domingo, 24 de março de 2013

Ajudar crianças com autismo

Como não há cura real para o autismo, os pais geralmente optam por terapias alternativas e complementares. Embora alguns pais tenham tido sucesso com esses métodos, nenhum foi cientificamente provado para tratar o autismo:
vitaminas e suplementos minerais - as intervenções alimentares vêm da crença de que a alergia a alimentos ou a deficiência de minerais e vitaminas pode causar o autismo. Alguns pais dão aos filhos suplementos de vitamina B (as vitaminas B criam as enzimas necessárias para o cérebro) ou magnésio, embora nenhuma pesquisa tenha provado sua eficiência.
dietas especiais - algumas pesquisas sugerem que as crianças autistas podem ter problema ao digerir proteínas como glúten - encontrado em sementes de trigo, aveia, centeio e cevada, e caseína - encontrada nos laticínios. Muitas crianças autistas fazem dieta sem glúten ou caseína.

Uma seleção de alimentos sem glúten e caseína
Imagem cedida por Amazon (em inglês)
Há muitos alimentos sem glúten e caseína disponíveis para crianças com autismo que estão nesses tipos especiais de dietas
secretina - algumas pesquisas descobriram que esse hormônio, que ajuda na digestão, melhora a comunicação e as habilidades sociais nas crianças com autismo. Entretanto, a pesquisa feita pelo National Institute of Child Health and Human Development não descobriu nenhuma melhora com esse tratamento, se comparado ao placebo.
terapia por quelação - seguindo a escola filosófica de que o autismo pode ser causado pela exposição a toxinas ambientais, como mercúrio e outros metais pesados, a quelação usa um agente químico para forçar e remover esses metais do corpo. Embora alguns pais tenham afirmado que esse tratamento melhorou os sintomas das crianças, a quelação não foi cientificamente provada, e as próprias substâncias usadas no tratamento podem ser tóxicas e causar reações alérgicas em algumas delas.

Na comunicação facilitada, um facilitador pode segurar o braço de uma criança autista e ajudá-la a digitar no teclado do computador ou ajudá-la na comunicação.
Na comunicação facilitada, um facilitador pode segurar o braço de uma criança autista e ajudá-la a digitar no teclado do computador ou ajudá-la na comunicação
http://saude.hsw.uol.com.br/autismo5.htm

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